Praça

As folhas que chovem, enquanto percorro as alamedas do jardim
O chilrear das aves, reclamando para si a atenção que teimo em conceder às memórias
O alarido das crianças a reinarem num mundo de fantasia, o qual fui expulso há muito
Os aromas que digladiam nos ares, pela primazia dos sentidos
O mosaico irregular do passeio, que teima em me impor o jugo de seus fractais
Tudo converge ao presídio de meu fastio:
O labirinto intrincado das vivências onde um dia nos perdemos.

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